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Como obter IP externo público a partir da linha de comando – Windows

Aplica-se: para administradores rede e analista de suporte técnico

Se você está tentando descobrir qual é o seu endereço IP externo público, normalmente você acessa um site, para essa finalidade, como o meuip.com.br ou o whatsmyip.org. para localizar o seu IP público a partir da linha de comando é igualmente fácil. Basta digitar o seguinte comando em uma janela de prompt de comando:

nslookup myip.opendns.com resolver1.opendns.com

Este comando irá resolver o nome myip.opendns.com usando o servidor dns resolver1.opendns.com. Se você tentar resolver myip.opendns.com usando qualquer outro servidor de nomes, você descobrirá que ele não resolve. Ao consultá-lo usando resolver1.opendns.com, ele retornará o IP público do qual você enviou a solicitação, que é seu IP público. Então, graças ao OpenDNS por disponibilizar esse recurso para nós!

Felipe Gabriel
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Twitter: @felipegbass

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Microsoft Hyper-v Server 2016

Aplica-se: para administradores rede e analista de suporte técnico

O Microsoft Hyper-V Server é um produto gratuito que oferece virtualização de classe empresarial para seu datacenter e sua nuvem híbrida. O Microsoft Hyper-V Server 2016 oferece recursos novos e aprimorados que podem ajudar você a suprir as necessidades de performance e escala das suas cargas de trabalho de missão crítica.

Fala o Download aqui: https://www.microsoft.com/pt-br/evalcenter/evaluate-hyper-v-server-2016

https://www.microsoft.com/pt-br/evalcenter/evaluate-hyper-v-server-2016

Felipe Gabriel
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O que é e como calcular IOPS

Uma palavra que apareceu nos últimos anos nos projetos de TI foi IOPS, e embora alguns fornecedores já comecem a medir a mesma e considerar nos projetos, nem sempre são entendidas e calculadas corretamente.

IOPS é uma abreviação para Input/Output per Second, ou operações de entrada e saída por segundo, aplicada sobre dispositivos de armazenamento, como drives de discos, drives SSD e Storages.

Sua importância para os projetos de TI é que ele indica quantas operações de leitura e escrita o dispositivo é capaz de realizar por segundo e essa quantidade impacta diretamente na performance.

Novos HDDs tem sido vendidos com cada vez mais capacidade de armazenamento e podem dar a sensação de que precisamos de menos HDs para compor a solução, mas um determinado ambiente precisa de uma determinada performance e só é possível alcançar a performance adicionando a quantidade adequada de discos.

A solução do mercado para performance Mais memória nos servidores, mais cache nos HDs não resolvem a limitação física dos drives de disco (HDD ou Hard Disk Drives), por isso muitos fabricantes tem incluído SSD (Solid State Drives) nas soluções, para atingir a performance necessária pelas aplicações. Para comparação, esses são os números de IOPS médios dos HDs de mercado:

Pode-se observar que os discos mecânicos, por mais rápidos que sejam, não chegam nem perto dos drives SSD em quantidade de IOPS.

Mas os drives SSD também são bem mais caros por GB, então, uma solução ideal deve incluir discos SSD e HDD para balancear entre custo de aquisição, espaço disponível e performance

A solução ideal também deve incluir software inteligente o suficiente para mover os dados mais acessados para os discos mais rápidos e os dados menos acessados para os discos de maior capacidade.

Quantos IOPS preciso no meu projeto?

Essa é a pergunta chave. O ideal é que o fornecedor do sistema informe quantos IOPS são necessários por usuário conectado no sistema, daí você pode fazer a projeção de crescimento e calcular os IOPS necessários no ambiente.

Mas, o mesmo sistema, rodando em empresas similares, pode ter comportamentos diferentes por pequenas alterações, e, na prática, poucos fornecedores de sistemas estão prontos para medir e recomendar essa informação.

Então, a melhor forma é medir a quantidade de IOPS utilizado no ambiente atual e fazer o projeto baseado nessa análise.

É possível utilizar ferramentas do próprio sistema operacional, no Windows basta usar o Performance Monitor, e no Linux usando um utilitário como o iotop.

Depois de saber quantos IOPS são necessários, basta fazer o cálculo de quantos discos são necessários usando essa ferramentas.

IOPS Per Disk Type
http://en.wikipedia.org/wiki/IOPS
IOPS Formula
http://www.yellow-bricks.com/2009/12/23/iops/
RAID Types
http://en.wikipedia.org/wiki/RAID

Outra alternativa para medir o seu ambiente é usar o utilitário DPACK da Dell. Embora o aplicativo seja grátis para uso, é necessário envolver um parceiro Dell para processar os resultados e gerar os gráficos.

Fonte: https://www.bluesolutions.com.br

Como implantar em massa o Google Chrome Enterprise

Aplica-se: Windows Server e Windows Client

Como um administrador de TI em uma empresa, temos a necessidade de implantar os navegadores Chrome para os usuários em computadores com Windows®, Mac® e Linux®. É possível implantar e gerenciar, e entregar o Google Chrome para as pessoas que usam o Chrome, como os aplicativos e extensões que podem ser utilizados, a segurança e a privacidade de dados, a experiência de navegação e muito mais.

Primeiramente acessar o site do Google Chrome Enterprise, realizar o download.

https://enterprise.google.com/intl/pt-BR_br/chrome/chrome-enterprise/

https://support.google.com/chrome/a/answer/188446?hl=pt-BR – Gerenciar Navegador

O arquivo é MSI, são chamados de arquivos do pacote de instalação do Windows, que são usados ​​para distribuir atualizações e instaladores de programas da plataforma do Windows.

Dica para saber as formas de instalação customizadas, recomendo rodar o MSI com o prompt de comando, conforme imagem abaixo:

image

Após o comando “googlechromestandaloneenterprise64.msi /?”

image

As seguintes opções abaixo.

Windows (R) Installer. V 5.0.17134.1

msiexec /Option <Parâmetro_Necessário> [Parâmetro Opcional]

Opções de Instalação
    </package | /i> <Produto.msi>
        Instala ou configura um produto
    /a <Produto.msi>
        Instalação administrativa – Instala um produto na rede
    /j<u|m> <Produto.msi> [/t <Lista de Transformação>] [/g <ID_Idioma>]
        Divulga um produto – m para todos os usuários, u para o usuário atual
    </uninstall | /x> <Produto.msi | CódigoProduto>
        Desinstala o produto
Opções de Exibição
    /quiet
        Modo silencioso, sem interação do usuário
    /passive
        Modo autônomo – somente barra de progresso
    /q[n|b|r|f]
        Define o nível da interface do usuário
        n – Sem interface do usuário
        b – Interface do Usuário básica
        r -  Interface do Usuário reduzida
         f -  Interface do Usuário completa (padrão)
    /help
         Informações de Ajuda
Opções de reinicialização
    /norestart
        Não reinicia depois que a instalação for concluída
    /promptrestart
        Solicita que o usuário reinicie, caso necessário
    /forcerestart
        Sempre reinicia o computador após a instalação
Opções de Log
    /l[i|w|e|a|r|u|c|m|o|p|v|x|+|!|*] <ArquivoLog>
        i – Mensagens de status
        w – Avisos não fatais
        e – Todas as mensagens de erro
        a – Inicialização de ações
        r – Registros específicos de ações
        u – Solicitações do usuário
        c – Parâmetros iniciais de Interface
        m – Informações de memória insuficiente ou saída fatal
        o – Mensagens de espaço em disco insuficiente
        p – Propriedades do terminal
        v – Saída detalhada
        x – Informações adicionais de depuração
         + – Acrescentar ao arquivo de log existente
        ! – Mover cada linha para o log
        * – Registrar todas as informações, exceto para as opções v e x
    /log <ArquivoLog>
        Equivalente a /l* <ArquivoLog>
Opções de Atualização
    /update <Atualização1.msp>[;Atualização2.msp]
        Aplica atualização(ões)
    /uninstall <GuidCódigoPatch>[;Update2.msp] /package <Produto.msi | CódigoProduto>
        Remove atualização(ões) de um produto
Opções de Reparo
    /f[p|e|c|m|s|o|d|a|u|v] <Produto.msi | CódigoProduto>
        Repara um produto
        p – somente se o arquivo estiver ausente
        o – se o arquivo estiver ausente ou uma versão mais antiga estiver instalada                 (padrão)
        e – se o arquivo estiver ausente ou se uma versão igual ou mais antiga estiver                 instalada
         d – se o arquivo estiver ausente ou uma versão diferente estiver instalada
        c – se o arquivo estiver ausente ou checksum não corresponder ao valor                 calculado
         a – força todos os arquivos e serem reinstalados
        u – todas as entradas específicas do usuário necessárias (padrão)
         m – todas as entradas do Registro específicas do computador necessárias                 (padrão)
        s – todos os atalhos existentes (padrão)
        v – executa da origem e rearmazena em cache o pacote local
Definição de Propriedades Públicas
     [PROPERTY=PropertyValue]

Consulte o SDK do Windows (R) Installer para obter documentação adicional sobre a
sintaxe de linha de comando.

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Partes deste software são baseadas no trabalho do Independent JPEG Group.

Felipe Gabriel
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PowerShell e o Metrô–SP

Aplica-se: Windows Server e Client

Achei este script no site do www.leka.com.br, achei muito interessante.

O site da http://www.viaquatro.com.br/generic/Main/LineStatus, possui uma API que apenas trás as informações das linhas do metrô.

Legal, não precisa de chave de API, não tem necessidade de autenticação, é bem simples e direto.

1

Agora basta abrir o Powershell e executar:

2

$metro = Invoke-RestMethod -Uri "http://www.viaquatro.com.br/generic/Main/LineStatus" | select * -ExpandProperty StatusMetro

$linha = $metro.ListLineStatus

$linha | select Line,StatusMetro

Segue o resultado, após executar;

image

Conseguimos receber os status de cada linha do Metro-SP.

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Como testar conexão com Microsoft SQL Server

Aplica-se: Microsoft SQL Server

Em várias situações, precisamos testar se há conexão entre um servidor ou estação de trabalho e o servidor do banco de dados Microsoft SQL Server, mas como fazer isso se não há um Client como o Management Studio?

O primeiro passo é verificar se a porta 1433 (default) ou a porta que você designou no servidor do Microsoft SQL Server está aberta para comunicação entre os servidores. Para isso vamos utilizar uma ferramenta da Microsoft chamada “PortQry Port Scanner”, que verifica a comunicação entre os servidores por uma porta específica ou um grupo de portas.

O PortQry você pode fazer o download nos links abaixos no próprio site da Microsoft, existe uma versão command line e outra com interface gráfica.

PortQry com interface gráfica: https://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=24009

No exemplo, para ficar mais fácil, vou utiliza a versão com interface gráfica. No servidor em que você quer testar a conexão (Não o de BD), execute o programa baixado para descompactar os arquivos e execute o programa “portqueryui.exe”.

Passo A. Na tela apresentada, informe o IP ou FQDN do servidor de banco de dados.

Passo B. No combo Service to query, escolha a opção SQL Service. Esta opção vai testar as portas 1433 e 1434 por padrão. Se você utiliza outra porta para o SQLServer, então informe ela na opção “Manually input query ports” “Ports to query”.

Passo C.  Então clique no botão “Query”:

O resultado apresentado nesse caso será:

1

No resultado acima podemos perceber que a porta 1434 está fechada (Not Listening) e a porta 1433 está aberta (Listening).
Ótimo, mas nesse ponto só sabemos que a porta está comunicável, ainda falta testar a conexão com o Microsoft SQL Server, e validar o acesso.

Faça o seguinte:

1. Crie um arquivo texto vazio no servidor de origem e salve ele com qualquer nome, mas TEM que ter a extensão .UDL.
No exemplo criei um arquivo texto vazio chamado SQL.udl:

2. Dê um duplo clique no arquivo, ele abrirá uma tela com alguns parâmetros de conexão:

3. Informe o servidor de banco de dados na caixa “Select or enter a server name”

4. Informe o usuário e senha do SQLServer em “Use a specific user name and password” para SQLAuthentication ou “Use Windows NT Integrated security” para Windows Authentication.

5. Clique em “Teste Connection”, se tudo estiver correto, será exibido uma caixa de mensagem informando que a conexão foi bem sucedida o teste.

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Neste Tutorial demostramos como Testar conexão com banco de dados do Microsoft SQL Server.

Felipe Gabriel
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PowerShell – Verificando KB instalado no Windows Server

Aplica-se: Windows 10 e Windows Server 2016

Utilizando o PowerShell, conseguimos consultar os KB instalados, alias vejo muitas pessoas não sabem o que significa KB Knowledge Base, traduzindo Base de conhecimento, a Microsoft é muito interessante pois, ela se refere a artigos e documentos técnicos, correção e ajustes no sistemas, usados para alimentar a grandiosa base de conhecimento da Microsoft. Para lhe ajudar a entender melhor, sugiro que veja o link abaixo que trata do mesmo assunto:

https://support.microsoft.com/pt-pt/help/824689/description-of-the-format-of-microsoft-knowledge-base-articles-for-mic

Agora vamos com a mão na massa, verificando KB instalado no Windows Server

O Powershell aberto, o comando que vamos utilizar e o Get-HotFix

Get-HotFix -Id KB4053577

Aqui ele mostra o KB instalado.

Outro comando e o comando abaixo onde você pode usar remotamente para verificar em vários servidores o kb instalado.

Get-HotFix -Description Security* -ComputerName Server01, Server02 -Cred Server01\Administrator

Desde modo você consegue verificar os kbs instalados no computador local e remotos.

Outra dica, caso precise listar todos os KB instalados e gerar um relatório, é possível utilizar o seguinte comando.

Get-Hotfix >relatório_KB.txt

Neste Tutorial demostramos como consultar os KB da Microsoft através do PowerShell.

Felipe Gabriel

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